Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela. Albert Einstein
3 de out. de 2009
1 de set. de 2009
26 de ago. de 2009
Cnidários ou celenterados
Galerinha das sextas-séries, foram postados alguns filmes sobre os celenterados, mostrando os principais exemplares, habitat, alimentação, reprodução, etc. Vocês podem ver também reportagens sobre queimaduras causadas por medusas. Assistam e tirem suas dúvidas em sala.
24 de ago. de 2009
Sistema digestório
Galerinha das sétimas séries, aqui estão os filmes que mostram a sequência das transformações que ocorrem no sistema digestório. Vocês poderão compreender melhor os processos mecânicos e químicos da digestão. Assistam e tirem suas dúvidas em sala de aula.
11 de jul. de 2009
CONHECENDO OS FUNGOS DO BOSQUE SÃO NICOLAU - CIC
Aqui estão as fotos tiradas durante a aula de campo no Bosque São Nicolau (CIC) com a galerinha das sextas séries do CAIC Cândido Portinari. O objetivo era o reconhecimento e a observação de representantes do Reino Fungi. Observamos várias espécies de fungos decompositores e de líquens. A aula foi bem proveitosa, os alunos se mostraram bastante motivados, procuraram os fungos e ouviram atentamente as explicações.
Montei uma apresentação em powerpoint, mas infelizmente não é possível postá-la no blog. No retorno das férias poderão assisti-la em aula. Por enquanto, curtam as imagens, ficaram lindas.



























Montei uma apresentação em powerpoint, mas infelizmente não é possível postá-la no blog. No retorno das férias poderão assisti-la em aula. Por enquanto, curtam as imagens, ficaram lindas.



























Na aula do bosque vimos muita deversidade de espécies. Havia cogumelos nas árvores, fungos decompositores, vimos líquens que é uma união de algas com fungos, mas o mais interessante de tudo isso foram os cogumelos que se desenvolvem no chão, em arvores , normalmente na sombra. A professora explicou que o fungo decompositor se alimenta de materiais orgânicos de seres mortos ou de partes deles. Explicou também que os cogumelos fazem parte do Reino Fungi, assim como os liquens e os mofos.
Aluna Priscila de Lima Silva - 6H
11 de jun. de 2009
ABORTO
Galerinha da 7 série, nesta semana vamos conversar um pouco sobre um tema polêmico, o aborto. Através do video vocês poderão aprender um pouco mais sobre o assunto e poderemos refletir e discutir em sala de aula. As imagens chocam, mas não podemos fazer de conta que o aborto não existe. Não se trata de sermos contra ou a favor, precisamos discutir todos os aspectos envolvidos.
O aborto pode causar sérios problemas, como:
- laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores. Suas conseqüências são insuficiência do colo uterino, favorecendo abortos sucessivos no primeiro e no segundo trimestre (10% das pacientes); partos prematuros, na 20ª ou 30ª semana de gestação.
- perfuração do útero, que acontece quando é usada a colher de curetagem ou o aspirador mais freqüentemente, através do histerômetro (instrumento que mede a cavidade uterina). O útero grávido é muito frágil e fino, pode ser perfurado sem que o cirurgião se dê conta. É uma complicação muito séria. As principais conseqüências são infecção e obstrução das trompas, provocando esterilidade; intervenção para estancar a hemorragia produzida; perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas tubas; a artéria do útero, nesses casos, freqüentemente, é atingida, criando a necessidade de histerectomia (extirpação do útero), se não for possível estancar a hemorragia.
- perfuração do útero, que acontece quando é usada a colher de curetagem ou o aspirador mais freqüentemente, através do histerômetro (instrumento que mede a cavidade uterina). O útero grávido é muito frágil e fino, pode ser perfurado sem que o cirurgião se dê conta. É uma complicação muito séria. As principais conseqüências são infecção e obstrução das trompas, provocando esterilidade; intervenção para estancar a hemorragia produzida; perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas tubas; a artéria do útero, nesses casos, freqüentemente, é atingida, criando a necessidade de histerectomia (extirpação do útero), se não for possível estancar a hemorragia.
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